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RESPONSABILIDADE SÓCIO AMBIENTAL
O Banco Pine entende que atuar com responsabilidade social é, antes de tudo, agir de maneira ética em todas as suas esferas e, através de seu negócio, contribuir para o desenvolvimento econômico da sociedade, zelando para que todos os recursos sejam utilizados de maneira sustentável.
Desde a sua inauguração, esses princípios se fazem presentes nos Valores da nossa Organização e se refletem no seu dia-a-dia, na construção de relacionamentos éticos, duradouros, baseados no respeito aos clientes, colaboradores, parceiros, autoridades e a todos os públicos com os quais se relaciona.
Como resultado de tal postura, o Banco Pine conseguiu avançar e conquistar sua posição no mercado, recebendo o reconhecimento público de um trabalho sério e de qualidade.
Além do investimento no desenvolvimento de seus colaboradores, também são realizadas aplicações em projetos sociais, culturais e esportivos que possam ser traduzidos em benefícios à comunidade. Nesse sentido, a escolha de tais projetos é bastante criteriosa e leva em consideração a efetividade do retorno social e cultural.
Em 2008, por meio da Lei Rouanet, o Banco apoiou a publicação dos livros Mãos Preciosas: O Artesanato do Ceará e Cartas da biblioteca de Guita e José Mindlin, entre outros. Também patrocinou, baseado na Lei Federal de Incentivo ao Esporte, o Projeto CPB (Comitê Paraolímpico Brasileiro) – Rumo à Pequim de apoio ao preparo dos atletas paraolímplicos do Brasil.
Ainda na esfera esportiva, o Banco Pine mantém o patrocínio ao Instituto LOB do Tênis Feminino, que tem como propósito desenvolver e alçar o tênis feminino do Brasil ao nível de competitividade mundial.
Para 2009, o Banco ampliou sua atuação social com o aumento do número de projetos apoiados, abrangendo as áreas cultural, esportiva, educacional e social, entre os quais se destacam:
Cultura
Apoio, por meio da Lei Rouanet, às publicações Paisagem e Olhar, com retratos em aquarela da biodiversidade da Mata Atlântica; Embarcações, que registra a história das embarcações típicas brasileiras; Revoluções Brasileiras - Relatos Históricos, que expõe a bravura dos antepassados brasileiros e o ciclo por que o país passou até chegar aos tempos de hoje; e Museus Brasileiros, uma coletânea dos principais museus em todo o país, explorando suas diversidades arquitetônica e artística.
Esporte
Pela Lei Federal de Incentivo ao Esporte, o Banco Pine está envolvido com os programas Crianças e Jovens que Brilham, oficinas educativas com a prática do tênis promovidas em escolas públicas estaduais e municipais, com a participação de beneficiários com deficiência auditiva; e Fortalecimento do Hipismo, idealizado pela Federação Paulista de Hipismo (FPH) com o propósito difundir o hipismo como atividade saudável e acessível a diversas camadas sociais.
Social
Por meio do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (FUMCAD), o Banco Pine é apoiador da Casa Hope – Apoio a Criança com Câncer, que disponibiliza apoio biopsicossocial e educacional, com 100% de gratuidade a pessoas carentes, crianças e adolescentes portadores de câncer, e do instituto Alfabetização Solidária (AlfaSol), que atua na redução dos índices de analfabetismo entre jovens e adultos no país. Até o final de 2008, o AlfaSol registrou atendimento a 5,4 milhões de alunos em 2.116 municípios brasileiros, com a capacitação de 249 mil alfabetizadores.
Sustentabilidade
O PINE utiliza linhas de crédito aprovadas por organismos multilaterais como o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), DEG (pertencente ao banco alemão KFW), FMO (Finance for Development), OPIC (Overseas Private Investment Corporation), CCC (Commodity Credit Corporation) e IFC (International Finance Corporation), que exigem o compromisso do tomador com as “listas de exclusão” determinadas por esses órgãos. Isso significa não financiar projetos ou organizações que agridam o meio ambiente, que estejam envolvidas com práticas trabalhistas ilegais ou, ainda, que produzam, comercializem ou utilizem determinados produtos, substâncias ou atividades considerados nocivos à sociedade.
Também com foco na adoção de práticas essenciais para o relacionamento com órgãos internacionais, em 2008 o Banco Pine foi pioneiro entre os bancos de médio porte ao implementar o sistema de monitoramento ambiental e publicar relatório de sustentabilidade para empréstimos corporativos. O sistema, financiado pelo BID e coordenado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), constrói uma cadeia sustentável entre o Banco e seus clientes, uma vez que passam a ser exigidos das empresas-clientes compromissos com a sustentabilidade de seus negócios, expressos por meio de relatórios.
Reforçando ainda mais o compromisso com a perenidade dos negócios, o Banco Pine se mudou em 2008 para uma sede adequada às normas de sustentabilidade, num edifício com certificação Green Building, que promove redução de consumo de energia, destinação de resíduos para reciclagem, vagas para carros de combustível menos poluente e para bicicletas, tratamento e reuso de água, ventilação, entre outros atributos.
